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Confissões de uma futura bailarina

Fiquei com uma super vontade de compartilhar aqui, com vocês meus queridos leitores o drama de uma futura bailarina. Fiz ballet por uns quatro anos da minha vida, quando eu tinha lá para os quatro, cinco anos de idade, e posso dizer que já sofria as dores daquela dança MA-RA-VE-LHO-SA desde pequena. Resultado? Peguei um ódio mortal do ballet. Acho que nem era ódio, era mais indignação por ser a pior aluna da turma, mas de uns dois anos pra cá, a vontade de voltar e terminar o que eu comecei só foi aumentando. Consegui o que queria e já vi preço, lugar, indicação, e mais tudo que é preciso pra se entrar em uma escola de ballet, mas como eu não sou lá muito fã de ballet clássico (vamos combinar, lindo porem CHAAATO) escolhi o jazz, que é uma versão um pouco mais rápida. 

Eu sinto dor muito fácil, fácil até de mais na verdade, e essa foi uma das coisas que fiquei com mais receio quando decidi que voltaria a dançar pra valer. Aguento a dor por muito pouco tempo, e ando trabalhando nisso nos últimos meses, posso dizer que já superei uma pá de obstáculos que não achei que conseguiria superar. Vou dizer uma coisa pra vocês, ballet até pode ser uma dança linda, mas se você consegue fazer uma criança chorar enquanto ela já ainda tá no baby, pode ter certeza que futuramente isso vai multiplicar por mil.

Escolhi o jazz por dois motivos, o primeiro eu falei ali em cima, queria algo mais rápido, e o segundo são os movimentos. Acho que ficar em posições desconfortáveis e dolorosas por menos tempo ajuda a aliviar, e enquanto a gente dança, normalmente não sente as dores tão intensas quanto se ficássemos por mais tempo. Então é isso pessoal, só vim compartilhar mais uma parte da minha saga de bailarina com vocês, beijão amoras.

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